Amor verdadeiro

Recentemente comemoramos o dia dos namorados aqui no Brasil e esta data me inspirou a escrever sobre o assunto, não exatamente sobre namorados mas sobre a busca pelo amor verdadeiro.

Sempre ouço mulheres solteiras reclamando que está difícil encontrar homens que querem um relacionamento sério, que queiram se envolver, mas também já ouvi de homens a mesma reclamação, embora eu tenha a impressão de que para eles não existe uma busca, parece que eles simplesmente se apaixonam, sem muita complicação, aliás como quase tudo na vida deles.

Nós mulheres, pelo contrário, complicamos tudo, crescemos vendo filmes de contos de fadas que falam sempre do amor verdadeiro, quando adultas adoramos uma comédia romântica, com seus encontros e desencontros.  Seguimos em uma procura sem fim, mas o que será esse amor verdadeiro? Será que ele existe?

Não tenho a pretensão de fazer uma análise científica sobre homens e mulheres, até porque há pessoas mais competentes para isso, mas li um texto recentemente (íntegra no link abaixo) em que o autor deixava claro que a idealização do amor, só torna mais difícil os relacionamentos.

Para ele o amor romântico não significa apenas amar alguém; significa “estar apaixonado” e quando estamos “apaixonados”, acreditamos ter encontrado o verdadei­ro sentido da vida revelado num outro ser humano. Sentimos que finalmente nos completamos, que encon­tramos as partes que nos faltavam. A vida, de repente, parece ter atingido uma plenitude, uma vibração sobre-humana, que nos ergue acima do plano comum da exis­tência. Para nós, estes são os sinais seguros do “amor verdadeiro”. Este conjunto psicológico inclui uma exi­gência inconsciente de que o nosso amante ou cônjuge nos alimente continuamente com esta sensação de êxta­se e de emoção intensa.

Pois é, quando esta exigência não é correspondida namoros acabam, casamentos se desfazem  e a busca recomeça, o envolvimento é momentâneo e só trás satisfação temporária.

Não há como negar que todos queremos viver uma história de amor e muitos a vivem sem talvez se dar conta, como já disse antes, a gente é que complica tudo. Acho que vale a pena refletir sobre isto.

Até a próxima!   

 

http://eduardomarcondes.wordpress.com/2010/04/08/o-mito-do-amor-romantico/

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