Educação à distância

A educação à distância vem se tornando uma alternativa para as pessoas que não têm tempo para freqüentar uma universidade diariamente. Com um computador e acesso a Internet o aluno pode escolher a melhor hora e lugar para estudar. Seus referenciais são fundamentados nos quatro pilares da Educação do Século XXI publicados pela UNESCO: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.

O conhecido método do Instituto Universal Brasileiro/IUB foi o pioneiro na educação à distância no Brasil. As apostilas eram enviadas pelo correio e os cursos eram em sua maioria profissionalizantes como corte e costura, mecânica, informática, etc. Este método se desenvolveu para os Telecursos eTeleducação nos rádios e nos programas de TV até chegar no que vemos hoje.

Com a popularização dos computadores pessoais e a facilidade no acesso à Internet a educação à distância ou EAD ganhou novos adeptos, não há necessidade de um espaço comum para as aulas, cada aluno pode acessar o conteúdo em dias e horários diferentes e usar inúmeras ferramentas como, teleconferência, chat, fóruns de discussão, correio eletrônico, weblogs, espaços wiki, plataformas de ambientes virtuais que possibilitam a interação multidirecional entre alunos e tutores.

Engana-se quem pensa que em um curso EAD se estuda menos, pelo contrário neste sistema o aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, isto é, se quiser aprender tem que se dedicar, pesquisar e assistir às aulas.

O EAD permitiu o retorno de muitos alunos que haviam abandonado a escola por falta de tempo e levou cursos superiores a regiões remotas, onde esses cursos não existiam. Um detalhe importante é que uma formação no modelo EAD tem custo muito mais baixo que no modelo tradicional.

 

Recentemente a adesão a estes cursos aumentou muito entre as pessoas que já têm formação superior e buscam uma pós-graduação. Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os usuários mais escolarizados, integrantes da classe A ou B e que estão empregados são os usuários de internet que mais recorrem à modalidade de educação à distância, 21% dos usuários de internet da classe A fizeram algum curso on-line em 2009. Na classe B, a taxa cai para 14%, e na C, para 10%. Na classe D e E, o percentual é de apenas 4%. Entre os usuários de internet com ensino superior, 22% realizaram cursos à distância, ante 8% de pessoas com ensino médio completo. Entre aqueles com ensino fundamental, a cifra cai para 5%. Já entre empregados, a penetração da educação à distância chega a 13%, ante 10% entre os desempregados.

O Ensino a distância é legalizado pelo Ministério da Educação/MEC e é oferecido pelas maiores faculdades e universidades do país mas isso não impede que algumas empresas tenham certa restrição em contratar pessoas formadas neste sistema mas essa reação é esperada já que o crescimento do EAD é novidade no mercado. De qualquer forma é mais uma oportunidade para as pessoas continuarem aprendendo.

Até a próxima!

Mais informação: http://www.metodista.br/sala-de-imprensa/clipping_digital/noticias/setembro/dia-17-de-setembro/apesar-de-expansao-ensino-a-distancia-ainda-sofre-preconceito

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